A unidade de medida da frequência (f), no Sistema Internacional, é o:
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Gabarito: B) hertz (Hz)
A frequência mede ciclos por segundo, e sua unidade no SI é o hertz (Hz), onde 1 Hz = 1 ciclo/segundo.
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A unidade de medida da frequência (f), no Sistema Internacional, é o:
Gabarito: B) hertz (Hz)
A frequência mede ciclos por segundo, e sua unidade no SI é o hertz (Hz), onde 1 Hz = 1 ciclo/segundo.
Uma onda de frequência 50 Hz se propaga com velocidade 100 m/s. Seu comprimento de onda vale:
Gabarito: B) 2 m
λ = v/f = 100/50 = 2 m.
A unidade de medida do comprimento de onda (λ), no Sistema Internacional, é o:
Gabarito: C) metro (m)
O comprimento de onda é uma medida de distância (entre pontos em mesma fase), por isso sua unidade no SI é o metro, assim como qualquer outra medida de comprimento.
Uma onda de comprimento λ = 6 m tem velocidade v = 2 m/s. O período dessa onda é de:
Gabarito: A) 3 s
Como v = λ/T, temos T = λ/v = 6/2 = 3 s.
Duas ondas se propagam no mesmo meio, com a mesma velocidade. A onda A tem frequência maior que a onda B. É correto afirmar que:
Gabarito: B) a onda A tem comprimento de onda menor que a onda B
Com a mesma velocidade v = λ·f fixa, λ e f são inversamente proporcionais: quanto maior a frequência, menor o comprimento de onda correspondente. Como f_A > f_B, então λ_A < λ_B.
Se a velocidade de uma onda triplica, e sua frequência permanece constante, o novo comprimento de onda, em relação ao original, será:
Gabarito: B) o triplo do original
Com f constante, λ = v/f é diretamente proporcional a v: se v triplica, λ também triplica.
Sobre a relação entre v, λ e f na equação fundamental da ondulatória, é correto afirmar que:
Gabarito: B) quando o meio (e portanto v) é fixo, λ e f são inversamente proporcionais; quando f é fixa (definida pela fonte), λ e v são diretamente proporcionais
É importante entender que a relação de proporcionalidade entre as grandezas depende de qual delas está fixa no problema: com v fixa (mesmo meio), λ e f variam de forma inversamente proporcional; já quando a frequência é fixada pela fonte e a onda muda de meio, λ varia diretamente proporcional à nova velocidade v.
Uma onda em uma piscina tem período T = 1,2 s e se propaga com velocidade v = 2,5 m/s. Seu comprimento de onda é de aproximadamente:
Gabarito: B) 3 m
Usando λ = v·T (pois v = λ/T), temos λ = 2,5 × 1,2 = 3 m.
Uma onda eletromagnética se propaga no vácuo com frequência f = 5×10¹⁴ Hz. Sabendo que c ≈ 3×10⁸ m/s, seu comprimento de onda é de aproximadamente:
Gabarito: A) 6×10⁻⁷ m
λ = c/f = (3×10⁸)/(5×10¹⁴) = 0,6×10⁻⁶ = 6×10⁻⁷ m, um valor típico de luz visível.
Uma onda se propaga em um meio A com velocidade v_A = 40 m/s e, ao entrar em um meio B, passa a se propagar com v_B = 80 m/s, mantendo a mesma frequência de 20 Hz. Os comprimentos de onda em A e B valem, respectivamente:
Gabarito: A) λ_A = 2 m e λ_B = 4 m
λ_A = v_A/f = 40/20 = 2 m e λ_B = v_B/f = 80/20 = 4 m. Como a frequência é fixada pela fonte e não muda ao trocar de meio, o comprimento de onda cresce proporcionalmente à velocidade — quanto mais rápido o meio permite a propagação, maior o comprimento de onda para uma mesma frequência.
Uma onda se propaga em uma corda de densidade linear μ = 0,02 kg/m sob tensão T = 8 N. A velocidade de propagação nessa corda é dada por v = √(T/μ). Se a fonte que gera a onda tem frequência de 100 Hz, o comprimento de onda produzido é de:
Gabarito: A) 0,2 m
Primeiro, a velocidade: v = √(T/μ) = √(8/0,02) = √400 = 20 m/s. Depois, λ = v/f = 20/100 = 0,2 m. Essa questão combina a fórmula da velocidade de onda em corda (que depende da tensão e da densidade linear) com a equação fundamental da ondulatória.
Um estudante mede que, em um mesmo experimento com uma corda vibrante, dobrar a tensão aplicada faz a velocidade de propagação aumentar por um fator de √2 (não o dobro). Sabendo que v = √(T/μ), essa observação está:
Gabarito: B) correta, pois v é proporcional à raiz quadrada da tensão: dobrando T, v aumenta por √2, não por 2
Como v = √(T/μ), a velocidade é proporcional à raiz quadrada da tensão (mantendo μ fixo). Se T dobra, v = √(2T/μ) = √2 · √(T/μ) = √2 · v_original — ou seja, a velocidade aumenta por um fator de √2 (≈1,41), não por um fator de 2. É um raciocínio de proporcionalidade em raiz quadrada, um ponto que costuma gerar confusão.
Aqui você viu 12 das 40 questões do tópico. No Benshuu dá pra fazer todas, num simulado que sorteia primeiro o que você ainda erra, com correção na hora, XP e revisão dos erros.